domingo, 11 de maio de 2014

Redações


Olá! Hoje iremos apresentar duas propostas de redações que foram criadas por participantes do blog, feitas na aula de Português.

                                                                   Liberdade de Escolha

                                                                                                                                       Sheron Barbiani

              Um jovem chamado Frederico, tinha 16 anos e morava com seu pai. Desde criança sempre se mostrou diferenciado da maioria dos meninos.  Não gostava das brincadeiras de garotos, como jogar futebol ou videogame, mas sim das brincadeiras de garotas, como brincar de boneca. Seu pai, Roberto era um ex-militar, um homem que se tornara muito frio após a morte da esposa. Ele sempre teve um receio sobre o comportamento estranho do filho.
             Depois da fase de criança, Frederico não demonstrou mais nenhum sinal de anormalidade, isso era o que seu pai achava. Pois, em uma festa na casa de amigos, Frederico bebeu demais e ficou totalmente desinibido. Mesmo que ele nunca tenha beijado ninguém em sua vida, criou coragem e beijou seu colega de teatro, coincidentemente, o menino o beijou de volta.
             Consequentemente, Frederico sabia que ele não era como os outros e foi conversar com seu pai. “Pai, eu sou homossexual” disse ele. Roberto não acreditou no que ouviu, como podia seu único filho ser gay? O que ele teria feito de errado pra isso acontecer? Será que teria alguma coisa a ver com a falta da figura materna? Ele se perguntava. “Não pai, esse é apenas quem eu realmente sou”, disse Frederico.
              “Filho meu, não é gay” disse Roberto e expulsou Frederico de casa. Ele nunca imaginaria tal reação de seu pai, pensou que ele entenderia e apoiasse sua escolha. Já era noite, quando Frederico botou sua mochila nas costas e com lágrimas nos olhos, saiu por aí sem rumo.  Ele foi procurar o menino da festa, mas o mesmo não estava interessado nele, disse que o que aconteceu foi só coisa de momento. Desiludido, Frederico passou aquela e várias noites na rua.

             O dono de um motel, no final da rua, ofereceu a ele um emprego que se trataria a satisfazer o desejo de homens gays que apareciam no motel, ou seja, ser garoto de programa. Frederico, desemparado, sem ter onde morar ou o que comer, aceitou o emprego. Passou a morar com o dono do motel e adentrou o mundo das drogas. Meses depois, Frederico foi encontrado morto, num quarto do motel, devido à overdose de cocaína. 


                                                             Internet não é tão ruim assim, né?
                                                                                                                                            Julia Scherer

             Fazia um ano que eu me considerava uma pessoa viciada em celular e internet. Não conseguia passar um dia sequer sem atualizar as minhas redes sociais, isso tudo só por que foram inventar o tal de Android.
             Minha mãe vivia me xingando e brigando comigo, pois ela achava que internet era algo desnecessário e que me prejudicaria na escola, e por um lado ela estava certa, mas internet não é desnecessária, pois podemos ver notícias e estudar através dela também. Até que resolvi mudar, difícil, mas consegui.
              Mas mesmo assim minha mãe falava:
- Julia, sai agora desse computador e vai estudar! Larga esse celular e termina os teus deveres!
              Até quando eu estava fazendo trabalho ela não deixava de implicar:
 - Eu sei que tu não está estudando, está é falando com teus amigos. - mesmo quando era estudo, ela sempre achava que eu não estava realmente estudando. A verdade é que a minha mãe nunca gostou dessas novas tecnologias, preferia muito mais que eu lesse algum livro ou um jornal.
              Eu sempre soube separar bem as coisas, pois estudo com diversão são coisas que não combinam muito bem, e prejudica quando a pessoa não tem autocontrole.
              Mas, certo dia, minha mãe mudou de opinião sobre a internet. Pois, ela precisou pesquisar coisas para o trabalho e se inscrever para um concurso que ela queria fazer. Nesse dia ela veio me chamar:
 - Filha, liga o teu notebook e me ajuda, por favor. - achei meio estranho, mas gostei. Depois disso, ela começou a gostar de internet, fiquei até surpreendida quando ela veio me perguntar:
 - Julia, faz um Facebook pra mim? Quero ver se encontro minhas velhas amigas. - e é claro que eu disse que faria. Apesar de ela não saber mexer muito, ela tenta. Volta e meia ela vem pedir pra eu ajudar ela em algumas coisas. Agora ela fala que pela internet as coisas são mais rápidas: melhor enviar um e-mail ou uma mensagem para uma amiga de longe, do que enviar um cartão posta.
              Minha mãe implicava muito com a maneira que eu usava a internet. E agora, depois disso, ela tenta me entender, me deixa mexer algumas horas sem implicância, mas somente depois que fiz os temas e os trabalhos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário