Olá! Hoje iremos apresentar duas propostas de redações que foram criadas por participantes do blog, feitas na aula de Português.
Liberdade de Escolha
Sheron Barbiani
Um jovem chamado Frederico, tinha 16 anos e morava com
seu pai. Desde criança sempre se mostrou diferenciado da maioria dos
meninos. Não gostava das brincadeiras de garotos, como jogar futebol ou
videogame, mas sim das brincadeiras de garotas, como brincar de boneca. Seu
pai, Roberto era um ex-militar, um homem que se tornara muito frio após a morte
da esposa. Ele sempre teve um receio sobre o comportamento estranho do filho.
Depois da fase de criança, Frederico não demonstrou mais
nenhum sinal de anormalidade, isso era o que seu pai achava. Pois, em uma festa
na casa de amigos, Frederico bebeu demais e ficou totalmente desinibido. Mesmo
que ele nunca tenha beijado ninguém em sua vida, criou coragem e beijou seu
colega de teatro, coincidentemente, o menino o beijou de volta.
Consequentemente, Frederico sabia que ele não era como os
outros e foi conversar com seu pai. “Pai, eu sou homossexual” disse ele.
Roberto não acreditou no que ouviu, como podia seu único filho ser gay? O que
ele teria feito de errado pra isso acontecer? Será que teria alguma coisa a ver
com a falta da figura materna? Ele se perguntava. “Não pai, esse é apenas quem
eu realmente sou”, disse Frederico.
“Filho meu, não é gay” disse Roberto e expulsou Frederico
de casa. Ele nunca imaginaria tal reação de seu pai, pensou que ele entenderia
e apoiasse sua escolha. Já era noite, quando Frederico botou sua mochila nas
costas e com lágrimas nos olhos, saiu por aí sem rumo. Ele foi procurar o
menino da festa, mas o mesmo não estava interessado nele, disse que o que
aconteceu foi só coisa de momento. Desiludido, Frederico passou aquela e várias
noites na rua.
O dono de um motel, no final da rua, ofereceu a ele um
emprego que se trataria a satisfazer o desejo de homens gays que apareciam no
motel, ou seja, ser garoto de programa. Frederico, desemparado, sem ter onde
morar ou o que comer, aceitou o emprego. Passou a morar com o dono do motel e
adentrou o mundo das drogas. Meses depois, Frederico foi encontrado morto, num
quarto do motel, devido à overdose de cocaína.
Internet não é tão ruim assim, né?
Julia Scherer
Fazia um ano que eu me considerava uma pessoa viciada em
celular e internet. Não conseguia passar um dia sequer sem atualizar as minhas
redes sociais, isso tudo só por que foram inventar o tal de Android.
Minha mãe vivia me xingando e brigando comigo, pois ela
achava que internet era algo desnecessário e que me prejudicaria na
escola, e por um lado ela estava certa, mas internet não é desnecessária, pois
podemos ver notícias e estudar através dela também. Até que resolvi mudar,
difícil, mas consegui.
Mas mesmo assim minha mãe falava:
- Julia, sai agora
desse computador e vai estudar! Larga esse celular e termina os teus deveres!
Até quando eu estava fazendo trabalho ela não
deixava de implicar:
- Eu sei que tu não está estudando, está é falando
com teus amigos. - mesmo quando era estudo, ela sempre achava que eu não estava
realmente estudando. A verdade é que a minha mãe nunca gostou dessas novas
tecnologias, preferia muito mais que eu lesse algum livro ou um jornal.
Eu sempre soube separar bem as coisas, pois estudo
com diversão são coisas que não combinam muito bem, e prejudica quando a pessoa
não tem autocontrole.
Mas, certo dia, minha mãe mudou de opinião sobre a
internet. Pois, ela precisou pesquisar coisas para o trabalho e se inscrever
para um concurso que ela queria fazer. Nesse dia ela veio me chamar:
- Filha, liga o teu notebook e me ajuda, por favor.
- achei meio estranho, mas gostei. Depois disso, ela começou a gostar de
internet, fiquei até surpreendida quando ela veio me perguntar:
- Julia, faz um Facebook pra mim? Quero ver se
encontro minhas velhas amigas. - e é claro que eu disse que faria. Apesar de
ela não saber mexer muito, ela tenta. Volta e meia ela vem pedir pra eu ajudar
ela em algumas coisas. Agora ela fala que pela internet as coisas são mais
rápidas: melhor enviar um e-mail ou uma mensagem para uma amiga de longe, do
que enviar um cartão posta.
Minha mãe implicava muito com a maneira que eu
usava a internet. E agora, depois disso, ela tenta me entender, me deixa mexer
algumas horas sem implicância, mas somente depois que fiz os temas e os
trabalhos.
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